PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

 

 

ESCOLA ESTADUAL MONSENHOR CLÓVIS DUARTE DE BARROS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO

 

 

UNIÃO DOS PALMARES – AL

2011

 

INDENTIFICAÇÃO

 

 

 

 

 

 

 

 

A Escola Estadual Monsenhor Clóvis Duarte de Barros está situada na Rua Jardim Brasília, nº 80, no bairro Jardim Brasília, município de União dos Palmares, estado de Alagoas, fone (082) 3281-2747. Aescola é da rede oficial de ensino e educação pública estadual e trabalha com educação básica, Ensino Fundamental de 6º ao 9º ano e Ensino Médio.

Tem como equipe técnico-pedagógica às gestoras Santina Véras de Lima e os adjuntos Rivaildo Vicente da Silva e Fábio de Almeida Uchoa e às coordenadoras Claudia Amália Ribeiro Lima, Marineide Vital da Rocha, Alcilene Gonçalves dos Santos Lima, Genilda de Oliveira Silva e Edna Florentino de Almeida Urbano.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SUMÁRIO

 

 

 

1-          MARCO SITUACIONAL

 

1.1        –   História do Município

1.2        –    Conhecimento da realidade escolar

1.3        –    Recursos humanos

1.4        –    Estrutura da escola( organização formal)

1.5        –    Investimento/Financiamentos

1.6        –    Organização do Ensino

1.7        –    Metodologia

 

 

 

2 – MARCO CONCEITUAL

 

3 – MARCO OPERATIVO

3.1 – Diagnóstico e análise da situação da escola

3.2 – Currículo/avaliação de aprendizagem

3.3 –  Programa de atividades escolares

3.4 –  Avaliação institucional

3.5 –  Avaliação e atualização do projeto político pedagógico

3.6 –  Cronograma

3.7 –   Bibliografia

3.8 –   Data e assinatura dos responsáveis

3.9 –   Anexos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

JUSTIFICATIVA

 

 

 

 

 

A proposta pedagógica da Escola Monsenhor Clóvis Duarte de Barros está fundamentada nos conceitos sócio-políticos e filosóficos que consideram a educação como compromisso de todos, visando à formação de um cidadão participante no mundo globalizado. O Projeto Político Pedagógico tem como objetivo garantir a intelectualidade, o respeito, à ética e o direito social ao aluno e a sua família, professores e funcionários, oportunizando experiências e vivencias pessoais e coletivas.

O novo milênio nos adverte para a preocupação com o futuro como também com a necessidade de olharmos a escola como formadora de cidadãos buscando a resolução de problemas antigos que permanecem no seio da estrutura escolar, dificultando seu desenvolvimento e modernização.

A Constituição Federal trata que é direito de todos, dever do Estado e da família que tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. A educação de qualidade é condição determinante na formação do cidadão. Nesse aspecto se estrutura o Projeto Político Pedagógico que tem sua exigência e objetivos fundamentados na Lei de Diretrizes e Bases no 9394/96 que em seu artigo 12 do inciso 1, prevê que os estabelecimentos de ensino terão incumbência de executar e elaborar sua proposta pedagógica, por sua vez, o ECA, em seu artigo 4º, alínea C, determina que é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público, assegurar em absoluta prioridade a efetivação dos direitos referentes à vida, a saúde, a alimentação, a educação, ao esporte, ao lazer, a profissionalização, a cultura, a dignidade, ao respeito, a liberdade, a convivência familiar e comunitária, dando preferência da formulação e na execução da política sócio-públicas.

Compete ao profissional ter conhecimento teórico e prático sobre sua prática educacional por isso se faz necessário o estudo de suas diretrizes curriculares para o ensino fundamental e médio que afirma: “ao definir suas propostas pedagógicas, as escolas deverão explicitar o reconhecimento da identidade pessoal do aluno, professores, outros profissionais e a identidade de cada unidade escolar e seu respectivo sistema de ensino”.

Desta forma a Escola Monsenhor Clóvis Duarte de Barros, tem como objetivo atender ao direito garantido legalmente, de uma educação de qualidade, sem exclusão e discriminação que possibilitem ao educando o exercício da cidadania. Nesta tarefa de reconstrução consideramos a prática avaliativa como também o processo de avaliação, uma etapa que se inicia e que aos poucos se adequa as necessidades e anseios do educador e educando.

 

 

 

OBJETIVO GERAL

 

 

 

 

Proporcionar atendimento igualitário e de qualidade a comunidade escolar, valorizando a construção coletiva, interação entre os vários segmentos da efetivação do projeto político pedagógico.

 

 

 

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 

 

 

 

  • Resgatar sua identidade como cidadão, participando de sua formação individual e social;
  • .  Desenvolver um trabalho de sensibilização e envolvimento da comunidade escolar e da sociedade em geral nos trabalhos desenvolvidos pela escola;
  • .   Assegurar aos educandos, currículo, métodos, técnicas didáticas pedagógicas;

 

  • .  Refletir a prática pedagógica como um fator condicionante da evasão ou da permanência do aluno na escola;
  • Buscar meios que possibilitem a formação continuada aos docentes para contribuir com ações eficazes de combate a evasão e a repetência escolar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MARCO REFERENCIAL

 

 

1. – MARCO SITUACIONAL

 

1.1. HISTÓRIA DO MUNICÍPIO

 

União dos Palmares é um dos municípios mais antigos de Alagoas. Sua história remonta ao final do século XVI, quando Alagoas ainda pertencia à antiga capitania de Pernambuco. Os primeiros habitantes eram escravos fugitivos de engenhos, daí deu-se inicio a formação do Quilombo dos Palmares.

Inicialmente foi denominado de “Cerca Real de Macacos”. O lugar começou a progredir em meados do século XVII. Seu colonizador, o português Domingos José Pino trouxe do seu país, aproximadamente em 1748, uma imagem de Santa Maria Madalena, esculpida em madeira de lei (cedro de Líbano) e a colocou na fazenda chamada Gordo, de sua propriedade, neste município.

Em 1811, o Sr. João Amorim e sua esposa D. Francisca Correia de Araújo, fizeram uma doação de terra a Santa Maria Madalena. A imagem foi transferida para uma capelinha onde hoje se localiza a Matriz e nossa cidade, recebendo o povoado, o seu segundo nome, Maria Madalena.

No dia 13 de outubro de 1831, o lugarejo foi desmembrado do município de Atalaia e para homenagear a Imperatriz Leopoldina, passou a chamar-se, através da lei, Vila Nova de Imperatriz, sendo este o seu terceiro nome.

Em 1835 recebe o nome oficial de Santa Maria Madalena mudando de denominação pela quarta vez.

Em 20 de agosto de 1889, através do decreto de lei no 113, foi elevada a categoria de cidade, em 25 de setembro de 1890, através do decreto no 46, passou a chamar-se União, seu quinto nome. Em 1944 foi acrescentado Palmares; União pela existência de um viradouro (engenhoca na qual os trens mudavam de rumo AL/PE,

visto que era na estação ferroviária onde os passageiros oriundos de Maceió com                  destino a Recife, trocavam de trem e vice e versa) e Palmares, em virtude da abundancia e palmeiras no território.

Situada na mesorregião do leste alagoano, a microrregião serrana dos Quilombos, distante76 Kmde Maceió, capital de Alagoas, tendo acesso pela rodovia federal BR 104 e pela estadual AL 110, esta região possui um espírito mágico proveniente do seu clima tropical quente e úmido.

Símbolo da resistência negra, União dos Palmares guarda uma das páginas mais bonitas da história do Brasil. Foi nesse município que os negros construíram a república independente do Quilombo dos Palmares, cuja meta era lutar pela libertação do seu povo que vivia escravizado.

Na época de sua destruição chegou a reunir 30 mil escravos. A Serra da Barriga é um marco vivo da resistência negra pela liberdade. Nessa Serra, onde a magia é um forte e enfeita a todos que pisam no seu solo, está implantado o parque de Zumbi que manterá vivo o ideal almejado pela raça negra há 307 anos.

Do pico da serra o espetáculo é deslumbrante. São vales cobertos e cana-de-açúcar e palmeiras, banhados pelo rio Mundaú. No local ainda é possível encontrar restos de cerâmica fabricada pelos negros e índios que habitavam na região. Lá também se encontra a estátua em homenagem ao grande guerreiro Zumbi. A natureza nos presenteou com o mais belo por do sol, um espetáculo deslumbrante visto do cume da Serra da Barriga.

O lugar possui outros atrativos turísticos como a casa do poeta Jorge de Lima, poeta alagoano que teve sua obra divulgada nacionalmente, sendo autor de “Invenção e Orfeu”. Outra opção é a visita ao museu Maria Mariá que reúne peças de diversas épocas do início do século. O Cruzeiro do século, monumento que marca os cem anos de independência do país e os povoados Mequéns, habitados por negros remanescentes de escravos, fabricantes de cerâmica artesanal, arte preservada e passada de geração em geração.

As festividades locais como a tradicional festa de Santa Maria Madalena, Festa do Milho, Romaria da Terra, vaquejada e o dia Nacional da Consciência Negra em novembro, as apresentações folclóricas como as bandas afro, capoeira, os emboladores, violeiros, guerreiros, matutos extremamente genuínos e os trios de forró fazem o clima de descontração da cidade.

Berço de escritores, historiadores (Povina Cavalcante), advogados, juizes, promotores, atletas, jornalistas e políticos. Pode-se considerar o acervo histórico do município como dos mais ricos e variados, restando apenas boa exploração.

Situado geograficamente em local privilegiado pela natureza (distante a poucos quilômetros das grandes cidades nordestinas e do sudeste do país, a economia do município tem como principal fator à cana de açúcar, mas existe ainda diversificação, como o cultivo do milho, do feijão, da mandioca, bata-doce, laranja, banana e hortifrutigranjeiros, graças à riqueza do seu solo e um dos mais fortes mananciais e água).

Sua representatividade política constitui-se na câmara municipal (09 vereadores) e um filho da terra, recentemente reeleito Deputado Estadual, três varas de justiça, um cartório eleitoral, duas secções de ministério do trabalho, três agencias bancarias, sede dos correios, IBGE, comercio variado e economia informal (feirantes e prestadores de serviço autônomo) e uma população estimada pelo senso de 2010 em sessenta e dois mil habitantes, com base no Censo 2010, fazem do município o pólo da região da mata.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1.2          CONHECIMENTO DA REALIDADE DA ESCOLA

 

 

 

A Escola Estadual Monsenhor Clóvis Duarte de Barros recebeu este nome em homenagem ao pároco Monsenhor Clóvis Duarte de Barros, nascido no dia 13 de junho de 1898, na cidade de Pilar. No Seminário Arquidiocesano de Maceió, ordenou-se sacerdote, vindo para União dos Palmares em 25 e junho e 1935 substituir o padre José Ayala dos Prazeres, onde assumiu a direção da paróquia.

O padre funda, juntamente com outros abnegados a Sociedade e Conferencia de São Vicente de Paulo, o Colégio Cenecista Santa Maria Madalena, sendo o 1º diretor. Criou a Maternidade Santa Catarina, Casa do Pobre Santo Antonio que funciona até hoje.

Sob uma charrete (transporte da época), ia celebrar missas nos sítios e fazendas. Periodicamente levava o conforto espiritual aos doentes do Hospital São Vicente de Paulo e aos reclusos da cadeia pública. Sua atuação como pároco ultrapassaram os 20 anos (1935/1937 e 1942/1962).

Na qualidade de trigésimo quarto pároco do povo palmarino, morreu placidamente, com a consciência tranqüila por ter fielmente cumprido sua missão. Acompanhado de seus colegas sacerdotes, religiosos, amigos e familiares, sua morte se deu à uma hora da manhã do dia 7 de agosto de 1962, aos 64 anos de idade.

Monsenhor Clóvis Duarte de Barros foi enquanto em vida, uma bandeira de luta permanente pela caridade e bem estar social de sua comunidade, caracterizando-se um grande filantropo, daí a cognominação de “O apostolo palmarino”.

A escola foi fundada no ano de 1965, tendo seu decreto e criação no 1.298 e seu registro de censo escolar no 270.240-16, atendendo a modalidade de 1ª a 4ª série, tendo como primeira diretora à professora Maria das Neves Mendes e Vasconcelos. No ano de 1985 passou a funcionar de 1ª a 8ª série na direção da professora Conceição Aparecida do Amaral Lima, atendendo a 574 alunos matriculados. Em2001 a escola foi ampliada, atendendo a 2.226 alunos com as modalidades de Educação Básica: 5ª a 8ª séries para jovens e adultos e Ensino médio, tendo como gestores às professoras Francisca Ferreira de Melo, Maria Cícera e Quitéria da Silva. Hoje, a escola atende 1878 alunos nas modalidades de ensino fundamental e médio, com base no censo escolar de 2010, tendo como gestores a professora Santina Véras de Lima, Rivaildo Vicente da Silva e Fábio de Almeida Uchoa.

A escola fica localizada na zona urbana, Rua Jardim Brasília, no 80, centro da cidade e União dos Palmares, pertencente à rede estadual de ensino, de fácil acesso, funcionando os três turnos, sendo utilizada 14 salas de aula, biblioteca, laboratório de informática, laboratório de matemática e laboratório de ciências. A escola necessita de manutenção: pintura, telhado, rede de esgoto e rede elétrica.

 

 

 

 

1.3         - RECURSOS HUMANOS

 

 

O relacionamento entre professor/aluno/gestores/pais e vice versa, acontece em sua maioria de forma harmônica e democrática. Na escolha do livro didático, todos tentam chegar a uma decisão que venha não somente beneficiar o corpo docente como também corresponder às necessidades e realidade do corpo discente.

O corpo docente tem um bom relacionamento entre si, através do diálogo, troca de idéias, planejamento e encontros.

A clientela da escola é de classe pobre, a maioria vinda da zona rural onde as condições culturais são mínimas, não havendo um trabalho direcionado para o resgate da herança que o mesmo traz, deste modo, a escola tem a responsabilidade de levar outros conhecimentos a estes alunos. Além de um desajuste social e familiar, existe a falta de um programa de educação preventiva partindo da escola. O mesmo deverá refletir o estado emocional e físico destes alunos. Olhando a vivência de alguns alunos, percebemos que eles não têm o hábito de cumprir as tarefas escolares devido à falta de estimulo da família por conta de não serem alfabetizados e pela questão de sobrevivência.

A prática de nossa escola era de isolamento com a comunidade. Hoje, enxergamos com um outro olhar. Percebemos a necessidade de que a escola caminhe junto à comunidade, tornando-a parte integrante do processo na busca da melhoria de vida. No entanto, o aluno do horário noturno demonstra insegurança em relação a suas expectativas profissionais, por não acreditar no próprio potencial, algo que concorre para isso é a sua linguagem precária e a necessidade de trabalhar, conseqüência da realidade em que vivem. O sistema educacional não oferece uma proposta que atenda a essa realidade.

Para os alunos da zona rural, as opções de recreação são poucas, se limitam a peladas (jogo de bola), as festas religiosas ou familiares (batizados, casamentos, etc), já os alunos da zona urbana têm mais opção, no entanto, as mesmas não condizem como escolha de boa qualidade ou ambiente saudável. Em comum, todos têm a televisão, o dvd, as lan houses como meio de entretenimento que acaba por aliená-los.

Os pais dos nossos alunos, em sua maioria, são natural do município de União dos Palmares-AL, e de classe baixa. Suas condições materiais são mínimas, tendo apenas o necessário para a sua sobrevivência. Sua vivência social é limitada, muitas precisando de trabalho e não há oportunidade para integrar-se na sociedade, por não terem formação e estabilidade. Por este motivo, pode-se dizer que os alunos são reflexo da cultura dos pais, como sua formação básica precária onde os meios de comunicação (televisão e outros) influenciam os alunos, alienando-os ao comodismo, impedindo que haja busca por outros meios de informação, como a leitura para o aprimoramento do conhecimento adquirido.

Em relação à parceria escola/família, ainda não existe, pois não há associação de pais. A participação da família se dá ainda de forma passiva, nas reuniões de pais e mestres e quando a escola solicita, através de convites e chamamento pelos meios de comunicação (rádio).

 

ORGANIZAÇÃO DAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS

 

 

 

A Escola Monsenhor Clóvis Duarte de Barros trabalha por faixa etária e com turmas de45 a50 alunos para facilitar o ensino e a aprendizagem do professor e aluno. A escola oferece um determinado número de vagas de acordo com as salas existentes. Há previsão de novas turmas, mediante ao número de alunos matriculados a cada ano. Sabemos que o processo de matriculas quase não atende as exigências legais, sendo o atendimento aos pais dos alunos, no ato da matricula, organizado no horário correspondente ao que o filho pretende estudar, através de fichas por ordem de chegada. Quanto a organização das atividades pedagógicas, o professor desenvolve em sala de aula, vinculando às necessidades do aluno aos conteúdos propostos, o mesmo trabalha seus alunos de forma individual, em grupo, etc. além das atividades extra classe onde o professor utiliza pesquisas, gincanas, entrevistas e visitas aos órgãos públicos( SAAE,  Batalhão, museu e caminhadas ambientais), acompanhados por professores e instrutores. Estas atividades são avaliadas através de relatórios e exposições orais pelos alunos. São realizadas peças teatrais, feiras, exposições internas e externas, seguindo o calendário das datas comemorativas seja da escola ou município. Como forma de ajudar o aluno os professores utilizam atividades e exercícios para que os mesmos tenham maior desempenho na sua aprendizagem.

Os professores têm dificuldade para analisar e corrigir as provas e exercícios em tempo hábil, e devolver estes trabalhos com os comentários necessários, por ser insuficiente a carga horária para os professores participarem do departamento. Alguns professores incentivam a criação e grupos teatrais possibilitando aos alunos desenvolverem sua criatividade, expressão oral e corporal. Foi criado um jornal e um blog pelos professores, Afonso, Dariana e Wilson, como também um blog da escola para divulgar as ações desenvolvidas.

A escola dispõe de equipamento tecnológico relativo para atender a clientela, tais como: retroprojetor, tv, vídeo, micro-sistem, tela branca, caixa e som, microfone, data show, note book e câmera filmadora.  Apesar de sabermos que a escola dispõe de recursos tecnológicos que poucas escolas estaduais têm, a necessidade de aquisição de mais aparelhos é necessária, pois a demanda é enorme por conta do número de turmas.

Falta na escola equipamentos científico (laboratório de experimentos).

A permanência do aluno na escola é de 20 horas semanais para os alunos do ensino fundamental e 26 horas semanais para alunos do ensino médio, distribuídas em 5 dias, participando das aulas, com duração de 60 minutos por disciplina.

Para que a escola tenha organização e atenda melhor a sua clientela, se faz necessário que haja envolvimento e comprometimento dos profissionais que atuam na escola.

A escola visa trabalhar a saúde física e mental de seus alunos, realizando palestras onde são abordados temas relacionados à saúde, drogas, DSTS, esclarecendo dúvidas e informando como prevenir e cuidar. Incentivamos a prática de atividades esportivas, organizando campeonatos, como também o bom relacionamento entre gestores e segmentos da comunidade escolar. A partir de uma participação democrática nas tomadas de decisões, há uma parceria entre o corpo docente e discente visando o bem estar de todos os envolvidos, através de atividades comemorativas, artística-cultural, reuniões, como também a formação e funcionamento do grêmio estudantil, onde os alunos, através de eleição, escolheram seus representantes.

A merenda servida é de boa qualidade, oferecendo um cardápio enviado pela secretaria de educação. Há diversidade de alimentos em sua distribuição. Apesar de pouco espaço físico, a cozinha é organizada, porém a escola não tem refeitório.

A disciplina é regular devido ao tamanho da escola e o grande número e alunos matriculados, dificultando assim o controle em determinados momentos, sendo necessário à volta dos coordenadores de disciplina para acompanhar e trabalhar com os alunos indisciplinados, através de diálogos, recreação, aula dinâmica e jogos, mostrando seu verdadeiro papel na escola, como cidadão construtivo, participativo e transformador para o bem estar cada vez melhor, fazendo com que o educando reconheça a importância da escola em sua vida e na comunidade, como sua origem, dificuldade, problemas, e junto com os demais segmentos, buscar soluções.

 

 

 

1.4 -EXTRUTURA DA ESCOLA

 

 

ORGANIZAÇÃO FORMAL

 

FLUXOGRAMA DA ESCOLA

 

 

 

A escola não tem a prática de trabalhar com o colegiado e sim com o conselho escolar, este para exercer suas funções e propostas, recorre a direção que por sua vez faz as convocações necessárias. O desempenho dos conselheiros é moderado, devido a não disponibilidade dos membros.

As reuniões acontecem mediante a necessidade da escola, sendo o conselho autônomo agindo com parceria com os gestores. Os recursos enviados a escola chega ao conhecimento de todos e é discutida sua aplicabilidade entre a comunidade escolar (disponível), quanto às funções avaliativas e deliberativas nem sempre são exercidas por não ser possível reunir todos os conselheiros.

A escola não buscou parcerias juntamente com a comunidade para a obtenção de recursos financeiros e outros.  Não há acompanhamento por parte da escola referente ao seu patrimônio, pois a escola ainda não foi despertada para o mesmo.

A escola visa levar ao conhecimento dos pais sua proposta pedagógica no sentido de informar e envolve-los sobre as ações desenvolvidas pela escola.

1.5 –INVESTIMENTO / FINANCIAMENTOS

 

Sendo a escola autônoma, os investimentos financeiros recebidos provem do MEC, via Banco do Brasil(programa nacional de alimentação – PNAE, programa dinheiro direto na escola – PDDE, programa de desenvolvimento da educação – PDE e rapace da secretaria estadual de educação – SEE- gás),   chegando a escola, esse recurso é utilizado na manutenção da instituição e com material didático e permanente acompanhado pelo conselho escolar e gestores. A prestação de contas é feita pelos gestores, junto ao conselho escolar e nas reuniões dos professores.

Com a atuação da gestão democrática a escola está trabalhando a pratica da descentralização. A organização e aplicação do controle e prestação e contas é feita através de reuniões, onde é atribuído a cada representante fazer o repasse ao segmento correspondente.

 

 

 

1.6 – ORGANIZAÇÃO DO ENSINO

 

 

 

 

     Visando aplicar o conhecimento relacionando prática e teoria, o corpo docente utiliza os recursos dos quais dispõem com o intuito de aplicar a prática e relacioná-la à teoria, combinando sua metodologia para a construção do conhecimento, utilizando-se da vivência e da necessidade de cada educando em buscar e confrontar sua realidade ao embasamento já adquirido.

Tendo em vista à necessidade de trabalhar conteúdos a instituição escolar resgata com criatividade, dentro de cada área especifica abordagens expressivas no âmbito da aproximação do indivíduo com uma consciência democrática, com compromisso e sociedade na aplicação do conhecimento como cidadão crítico e vinculador da educação, do trabalho e até do processo econômico vivenciado e utilizado na sociedade na qual vive.

O resgate da cultura regional é marco importante dentro dos processos educativos.

Diante da gestão democrática que decorre, há acesso de todos na auto-organização da proposta escolar, incluindo estudantes e demais funcionários nos estudos que objetivam uma prática adequada em seus processos, que forneçam suporte adequado às exigências das propostas discutidas como grupo.

Com regularidade limitada há encontros pedagógicos para discussão formadora, no entanto, o grupo docente, ainda aponta como um item a ser melhorado no sentido de ser mais enriquecedor para a prática pedagógica. Porém, de forma unificada, há uma combinação pedagógica que seleciona os conteúdos, no anseio de construir competências hábeis.

Os critérios seguidos para a formação das classes promovem agrupamentos por faixa etária nas séries dos turnos trabalhados, com uma quantidade por turmas que superam a demanda considerada como ponto que incorre num processo que dificulta as atividades.

Motivos variados são constatados como fatores primordiais que promovem a evasão em nossa instituição: fatores financeiros, que por muitas vezes faz com que o aluno tenha que optar entre sua formação e sua sobrevivência; a falta de estimulo; a própria indisciplina do aluno em sua formação, acarretando ainda desistência e acentuando um índice considerável no diferencial entre matricula inicial e final, sem também desconsiderar que os mesmos motivos acarretam em reprovação.

Dentre as disciplinas exigidas no currículo escolar do ensino fundamental, Língua Portuguesa e Matemática são tidas como incidentes de reprovação devido ao baixo rendimento escolar dos alunos. No ensino médio, a Biologia, a Matemática, a Química e Física são as disciplinas que mais apresentam índices de retenção.

Nos possíveis e eventuais motivos que justificam a problemática de dificuldade nas disciplinas citadas são: metodologia defasada, salas super lotadas, educação familiar, alunos desinteressados, conteúdos além da realidade, alunos indisciplinados.

Já as soluções alternativas para superarmos os problemas com sucesso são: formação continuada para os professores, salas equipadas, ouvir o aluno, contar fatos que o estimule, dinamizar as aulas, utilizar conteúdos realmente necessários para a vida do educando e disciplina por parte da escola.

Com o crescimento da população, a escola oferece uma quantidade de vagas de acordo com o que a mesma comporta, chegando até a extrapolar, devido ao descaso da política pública.

A organização do ensino é por ano no ensino fundamental e série no ensino médio, atendendo aos critérios da LDB, artigos: 12, 13, 22, 23, 24, 32 e 87, onde o professor trabalha com o aluno 880 horas no ensino fundamental, 1000 no ensino médio diurno, 880 no ensino médio noturno e 200 dias letivo anuais.

QUADRO DISTRIBUTIVO

 

FORMAÇÃO

 

A escola trabalha com um quadro irregular devido sua carência, por este motivo, nem todos os professores exercem suas funções de acordo com a formação exigida, havendo a necessidade de cursos de formação, habilitação, como também capacitação nas diversas áreas de ensino. No entanto, as dificuldades dos professores não estão sendo trabalhadas, havendo apenas um grupo de estudo que se encontra nos dias de departamento, que acontece com os professores de português, existindo a preocupação em formação e condição de trabalho.

A participação dos docentes em seminários, oficinas, encontros pedagógicos é mínima, havendo isoladamente alguns professores que buscam a atualização através de outras instituições. Diante desta busca os professores se ausentam da escola e alguns se afastam de suas atividades por motivo de doença.

 

1.7-METODOLOGIA

 

A proposta pedagógica é o caminho para definirem objetivos e meios para atingi-los. A sua elaboração, de acordo com a LDB, é incumbência do corpo docente. “É o momento de resguardar o saber profissional e pedagógico”. Ao propor ações que dêem respostas às necessidades e aos anseios da comunidade escolar define-se o perfil, o jeito como um trabalho é capaz de atender as exigências de todos, respeitando a individualidade e responsabilidade de cada um. São os educadores que tem o dever de encontrar caminhos para ensinar aos alunos a chegarem a este objetivo.

Uma proposta pedagógica que visa desenvolver a capacidade critica, deverá ter como base do processo ensino aprendizagem o contexto social que orienta a ação do educador, numa linha de trabalho que possibilite desenvolver a capacidade de refletir todos os aspectos que facilitarão o desenvolvimento e a visão do mundo do educando. Com isso, a dinâmica de sala de aula usada pelo professor é feita de forma expositiva, sendo as atividades realizadas de forma individual e coletiva, onde o professor passa a observar o desenvolvimento e a participação de todos. São realizadas atividades diversificadas dentro do conteúdo que está sendo trabalhado.

As experiências extra classe são dadas em forma de exposição dos trabalhos realizados: dramatizações, amostra de experiências, levando o aluno a um despertar critico.

Quando a escola se preocupa em desenvolver competências, os conteúdos deixam de ser um fim em si mesmo; o professor passa de transmissor do conhecimento a facilitador da aprendizagem.

 

 

2-  MARCO CONCEITUAL

 

 

Sabe-se que toda concepção de educação origina-se num sistema de valores, expressando uma visão de homem e mundo que a caracteriza como um ato político, onde o mundo não se constitui um todo orgânico e harmonioso, comprovado em sua divisão em classes sociais, portanto, é um espaço atravessado por conflitos e contradições oriundas das relações que se estabelecem entre grupos com interesses distintos. Nesse espaço de reações e educação relaciona-se um processo dialético com a sociedade que apesar de sua vinculação aos determinantes históricos sociais constitui-se um importante instrumento de transformação social, onde sua função maior é elevar o nível da consciência do educando a respeito da realidade da qual está inserido, capacitando-o ao exercício emancipatório.

A escola deve viabilizar o acesso ao saber historicamente e reavaliado frente às realidades sociais, cabendo ao professor a tarefa de orientador do processo educativo, devendo ser os métodos de ensino o ponto de partida para a prática social. Vale ressaltar que dessas práticas surgem às problemáticas e os conhecimentos necessários a sua resolução, pois quando devidamente instrumentalizados os alunos retornam a prática social.

Deve a escola ser uma instituição social, dimensionando a educação a partir de um paradigma formal e sistemático que historicamente constitui-se contraditórios sob dois enfoques políticos: social e pedagógico.

Em uma prática conservadora a escola tem seus pressupostos ligados a doutrina liberal, cuja preocupação maior é preparar o homem para o desempenho de papeis sociais, reforçando as desigualdades, pois se pressupõe igualar indivíduos desiguais.

Atuando numa perspectiva progressista, a escola parte do principio de que a educação escolar é parte integrante da sociedade, refletindo as contradições da estrutura social, visando a emancipação das camadas mais pobres da população, divulgando uma nova concepção de mundo que prepare o individuo para a vida sócio-politica e cultural. Nessa concepção a escola torna-se um espaço de luta e contestação. Para tal, a escola deve alicerçar-se no direito de todo cidadão de desfrutar de uma formação básica comum de respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais, fundamentando-se nos princípios que deverão nortear nossas ações na busca de um ensino democrático, publico e gratuito, que são:

. Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;

. Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a arte;

. Certificação, cujos métodos: avaliação recursos, didática e materiais sejam discutidos;

. A qualidade não pode ser privilégios de minorias econômicas e sociais.

Buscando inserir-se nessa tal almejada organização, sabemos que é imprescindível compreendermos com profundidade os problemas postos pela prática pedagógica.

O aluno é um ser histórico que traz para a escola saberes peculiares, de caráter valiosíssimo que servirão de base referencial aos saberes na escola reconstruída e incorporada. Na realidade, essas experiências são comumente esquecidas ou poucas referendadas, pois não basta apenas deixar o aluno falar, é preciso legitimar essa fala, vesti-la do valor que é instituída:

A resistência do professor, por exemplo, em respeitar a “leitura do mundo” com que o educando chega a escola, obviamente condicionada por sua cultura de classe, é revelada em sua linguagem, também de classe, que se constitui em um obstáculo em sua experiência de conhecimento. (FREIRE: 2000: p.138)

 

A escola tem um novo papel que é a função social da educação; para que o novo papel social da escola seja cumprido, nenhuma escola pode ser concebida como um ponto isolado, mas como um micro organismo interligado ao mundo.

 

No novo conceito de papel social da educação, a escola tem a função de construir, pela práxis, uma nova relação humana, revendo criticamente o acervo de conhecimento acumulado, tomando consciência na participação pessoal na definição de papeis sociais. (ANDRADE: 1998: p.13)

O primeiro passo nessa revisão de papeis da escola é torná-la atrativa, interessante de modo que se torne verdadeiro espaço de aprendizagem no sentido de que o aluno a compreenda como um lugar no qual ele tem valor pelo o que é. Sendo assim, haverá estimulo para a auto-expressão, para o autoconhecimento, estabelecendo-se a contextualização dos conteúdos a partir do que se vive e do que se pretende aprender, assumindo-se uma co-responsabilidade com a construção de uma nova sociedade.

 

 

                 O ENSINO APRENDIZAGEM / PRÁTICA PEDAGOGICA

 

Medir o quanto se aprende não seria uma tarefa fácil de se realizar, pois não se sabe ao certo sem que seja desvendada toda a complexidade do “aprender”. Muitos são os estudiosos que trilharam o mesmo caminho ou percorreram trilhas bem diferente. Entretanto, há muito a ser desvendado sobre o ensino e a aprendizagem. Tarefa ainda mais árdua seria se mensurar o quanto se ensina, o quanto se aprende e o quanto se educa na escola. É possível formar cidadãos sem considerar o papel social da escola?

 

Wallon considera, portanto, que a educação deve, obrigatoriamente, integrar à sua prática aos seus objetivos, essas duas dimensões, a social e a individual deve, portanto, atender simultaneamente a formação do individuo e da sociedade. (Galvão: 2000: p. 21)

 

Historicamente, a escola trata o fenômeno da aprendizagem mediante a premiação ou castigo representado por uma nota ou conceito que irão retratar o quanto o aluno aprendeu ou não, como se fosse possível quantificar experiência e aprendizagem. Por outro lado, os professores tentam modificar a prática, assim como as formas de avaliar, porém não conseguem desvincular a aprendizagem de nota ou conceito.

No cotidiano, a escola raramente se detém ao estudo e situações-problema tratando-as como objeto de estudo cientifico.

Fator condicionante em relação ao sucesso e/ou fracasso escolar, a pratica do professor é intrínseca à formação desse profissional.

A rapidez das mudanças em todos os setores da sociedade atual (cientifica, cultural, tecnológica), as novas exigências do mercado de trabalho, tem provocado uma revisão didático-pedagógica do processo de educação escolar. (ANDRADE: 1998)

Nesse contexto, com vista ao enfrentamento da ineficiência do ensino, destaca-se como fator primordial à reformulação curricular, visando minimizar o déficit constatado no processo ensino aprendizagem. A partir da sua introdução no campo pedagógico até os dias atuais a palavra currículo ganhou várias definições:

Rol de conteúdos e disciplinas, sumários dos livros didáticos e todas as experiências, conhecimentos proporcionados aos estudantes no cotidiano escolar. Essas definições felizmente estão sendo descartadas do vocabulário dos educadores, uma vez que as ações, projetos e programas oferecidos visam instrumentalizar não só os professores, mas todos os segmentos que fazem parte do estabelecimento de ensino.

Mas, apesar dessa concepção, o fazer pedagógico na grande maioria das escolas de todo o país, é contraditório. As relações de autoridade, o uso de prêmio ou castigo, o clima de avaliação que fazem parte do currículo oculto, estão implícitos nas atividades escolares no seu dia-a-dia.

Daí pergunta-se:

Que concepção de currículo tem a escola em estudo?

Ela possui uma proposta pedagógica?

Será que na realização do currículo o papel do professor é de mero executor?

 

Compreende-se que a escola deva dar ênfase ao currículo contextualizado, que seja construído a partir das necessidades e realidade do aluno que desenvolva atitudes e pesquisa, que não reduza a clientela à condição de ouvinte, pois isso compromete a sua eficácia. E sem ação não há aprendizagem.

Enfim, que seja flexível. Pois, assim como todas as instancias que fazem parte da sociedade, sempre pode ser aperfeiçoado, alterado e ate substituído por outra proposta curricular.

 

3-           MARCO OPERATIVO

 

3.1- DIAGOSTICO E ANÁLISE DA SITUAÇÃO DA ESCOLA

 

A questão democrática da educação é hoje, um valor já consagrado, embora ainda não totalmente compreendido e incorporado à prática social global e a prática educacional. É evidente sua importância como meio de participação humana e formação para a cidadania.

O eixo pedagógico é considerado o centro de todo trabalho da escola, possibilitando desenvolver o currículo através do professor e especialista, tendo como alvo o aluno.

No eixo administrativo estão presentes os aspectos financeiros materiais e humanos necessários à escola e na relação humana, estando presente os processos participativos existentes na escola e as possíveis parcerias com outras instituições da comunidade.

Muitas escolas vêm promovendo mudanças com idéias renovadoras, e melhor qualidade de ensino, formando grupos e trabalhos variados como: palestras, exposições, projetos interdisciplinares etc. A proposta pedagógica desta escola é esta: mudar para melhor, para que os alunos, junto com o corpo docente, possam resgatar e aproveitar os saberes que no momento encontram-se adormecidos e desvalorizados por parte do alunado. Priorizamos também os aspectos materiais, financeiros e humanos no que diz respeito à escola, pois consideramos de alta importância, já que a gestão democrática vem desenvolvendo seu trabalho coerentemente diante da sua realidade.

Trabalhamos no sentido participativo envolvendo a escola/família, porque acreditamos que assim cresceremos no exercício da cidadania com qualidade.

 

AVANÇOS

 

Com o objetivo de progredir dentro de sua função social, no que diz respeito à importância da escola em nossa vida, a escola vem instrumentalizando-se para enfrentar os obstáculos que a espera na sociedade, como também condições de superar estes obstáculos. A escola realiza palestras e sensibilização na área de higiene pessoal, orientação sexual. Outro exemplo de tentativa concretizado foi o desenvolvimento de alguns projetos didáticos pedagógicos que possibilitaram o avanço dentro das limitações existentes, em busca da melhoria da qualidade do ensino.

 

 

LIMITES

 

Os professores, em sua maioria, buscam inteirar-se dos recursos de formação continuada, porém, se deparam com tempo insuficiente para os departamentos e grupos de estudos.

As necessidades são muitas, porém, há uma tentativa de priorizar o pedagógico, considerando a necessidade de fortalecer a gestão com a melhor participação do conselho escolar na efetivação das ações pedagógicas.

 

PRIORIDADES

 

Estimular o educando de forma que o leve a uma maior participação, reduzindo assim o baixo rendimento escolar e alto índice de evasão e reprovação, como também priorizar a formação continuada dos educadores.

 

 

3.2- CURRICULO / AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM

 

 

Sendo o currículo um elemento essencial da organização escolar, trabalhamos com práticas pedagógicas ou metodologias divergentes: alguns utilizam velhas práticas outros dão uma nova roupagem aos conteúdos.

A secretaria de estado após estudos junto às escolas, definiu o referencial curricular do Estado de Alagoas. Com base neste documento a escola irá elaborar a sua proposta curricular.

O professor, ao lançar mão de uma determinada metodologia, não está trazendo para a sua sala de aula apenas uma técnica, “mas toda uma teoria que sustenta, vinculada a uma visão de homem e de mundo que responde a interesses de classes”.(MARTINS, APUD, Freitas: 2001: 11).

 

 

 

Atender as necessidades dos alunos em consonância com as exigências pessoais e educacionais contemporâneas significa prestar atenção nos conteúdos que estão sendo ensinados, na afetividade desses conteúdos para a vida cultural prática. Daí o investimento necessário no aperfeiçoamento do currículo e das práticas metodológica nas escolas.

Com relação à teoria e a prática, estamos caminhando na tentativa de trabalhar conhecimento teórico voltado para a realidade do aluno e região. Há necessidade de uma formação para professores onde ele possa trabalhar de uma forma dinâmica com uma metodologia renovada voltada para o aluno. O currículo é uma questão de cada escola e professor em particular, predominando, portanto, as decisões que se toma em âmbito local.

O modelo de currículo que se trabalha no Brasil busca, portanto, incentivar os professores de cada escola a melhorar o processo educativo, a refletir sobre práticas curriculares e metodológicas, a fim de prestar serviços de melhor qualidade aos seus alunos. Também torna possível o agrupamento de várias escolas em torno de projetos comuns de aperfeiçoamento curricular e capacitação de professores.

O currículo, enquanto instrumentação da cidadania democrática deve contemplar conteúdos e estratégias de aprendizagem que capacitem o ser humano para a realização de atividades nos três domínios de ação: a vida em sociedade, atividade produtiva e a experiência subjetiva visando a integração de homens e mulheres no tríplice universo das relações políticas, do trabalho e da simbolização subjetiva. (PCN-Ensino médio: 1999: p 29).

O projeto pedagógico curricular é o instrumento de articulação entre fins e meios. Ele faz a ordenação de todas as atividades pedagógicas, curriculares e organizativas da escola, tendo em vista os objetivos educacionais.

 

AVALIAÇÃO

 

A escola é gerida de forma democrática, de acordo com o estabelecido, embora haja muitos conflitos no campo do instituído.

Uma escola democrática é construída no cotidiano a partir de um processo constante de avaliação: “A avaliação emancipatória caracteriza-se como um processo de descrição, análise e critica de uma dada realidade, visando transforma-la”. (Saul:1995: p 61) Nessa perspectiva há uma ampla participação na reconstrução do projeto.

O processo de avaliação acontece com base na sistemática de avaliação da aprendizagem do Estado de Alagoas. SEE/2006(documento em anexo).

A equipe pedagógica percebe que há necessidade de momentos de estudos teóricos e oficinas específicas para que os educadores desenvolvam competências, habilidades e condições favoráveis a esse tipo de avaliação.

A avaliação informa ao professor o que foi aprendido pelo estudante, informam ao estudante quais são seus avanços, suas dificuldades e possibilidades; encaminha o professor para a reflexão sobre a eficácia de sua prática educativa, e desse modo orienta o ajuste de sua intervenção pedagógica para que o estudante aprenda. Possibilita também a equipe escolar definir ações relacionadas à avaliação de desempenho, vendo juntamente com o corpo docente e discente o que vem sendo ensinado e assimilado. Coerentemente, a concepção da escola é recuperar conteúdos, desenvolvendo a capacidade e atitudes do aluno, chegando a suprir as dificuldades detectadas e alcançar o conceito almejado. Dessa forma nossos professores utilizam diversos instrumentos e situações para poder avaliar diferentes aprendizagens.

A avaliação deixa de ser um momento terminal do processo educativo (como é hoje concebida) para se transformar na busca incessante de compreensão das dificuldades do educando e na dinamização de novas oportunidades de conhecimento. Compreender as dificuldades encerra, além disso, um princípio de descontração. (PIAGET, 1977) por parte do educador.

Assim como é fundamental explicitar os objetivos da avaliação para a classe, é preciso também dar o feedback. O estudante não pode ficar sem saber como se saiu, é preciso analisar o processo desenvolvido em termos de ensino-aprendizagem. A avaliação dever ser encarada como uma reorientação para uma aprendizagem melhor e para melhoria do sistema de ensino.

A avaliação terá seu sentido mais autentico e significativo se tiver articulação com o Projeto Político Pedagógico da escola. Ele que dá significado ao trabalho docente e a relação professor-aluno. Os critérios de avaliação necessitam estar explícito e claro tanto para o professor como para o aluno. Os recursos devem ser além de diversificados, participativos, democráticos, relevantes, significativos e rigorosamente construídos.

 

 

 

3.3-       PROGRAMA DE ATIVIDADES ESCOLARES

 

 

 

A Escola Monsenhor Clóvis trabalha seu calendário de atividades de

Acordo com ações que a SEE x CRE, desenvolvem, dificultando assim, o processo de democratização na escola; onde poderia desenvolver suas ações com um calendário próprio.

Desta forma poderemos observar melhor o desempenho e transformação no contexto escolar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


3.4-       AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

 

ARÉA

INDICADORES

METAS

AÇÕES

PARCERIAS

PERÍODO

GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS

  • Avaliação do projeto pedagógico.

 

  • Realizar práticas de avaliação e socialização dos objetivos e metas alcançadas pelo projeto pedagógico, com o envolvimento de representantes de todos os segmentos da comunidade escolar.
  1. Reunião com todos os segmentos da comunidade escolar, visando informarem objetivos e metas alcançadas.
  2. Análise dos dados.
  3. Implementação da proposta a partir da avaliação.
  4. Comunidade escolar.
  5. Início de cada ano letivo.
  • Rendimento escolar.
  • Realizar registro, análises e socialização das taxas de aprovação, reprovação e abandono, identificando necessidades e implementando ações de melhoria.
  1. Levantamento dos dados estatísticos junto à secretaria escolar.
  2. Análise dos dados.
  3. Proposta de ações.
  4. Secretária da escola e a equipe técnica pedagógica da escola.
  5. No início de cada ano letivo.
  • Freqüência escolar.
  • Realizar acompanhamento e controle da freqüência dos alunos e adotar medidas para assegurar a sua permanência com sucesso na escola.
  1. Controle de diário de classe.
  2. Convocação dos responsáveis.
  3. Medidas adotadas de acordo com o regimento da escola.
  4. Professor, responsáveis e coordenadores.
  5. Mensalmente
  • Uso dos resultados de desempenho escolares
  • Analisar os resultados de desempenho da escola (IDEB, ENEM, SAEB, PROVA BRASIL e SAVEAL), de forma comparativa com os resultados nacionais e estaduais, identificando necessidades e propondo melhorias.
  1. Levantamento dos resultados.
  2. Análise dos resultados.
  3. Proposta a partir dos indicadores.
  4. Professores e coordenadores
  5. A partir dos resultados de desempenho.

  • Satisfação dos alunos, pais, professores e demais funcionários da escola.
  • Levantar e analisar de forma sistemática, índices de satisfação dos alunos, pais, professores e demais funcionário da escola em relação à gestão, as práticas pedagógicas e aos resultados da aprendizagem.
  1. Reunião com pais, funcionários, professores e alunos.
  2. Utilização de questionário.
  3. Análise dos resultados.
  4. Proposta de melhoria.
  5. Comunidade escolar
  6. Semestralmente.
  • Transparência e divulgação dos resultados
  • Divulgar os resultados de aprendizagem dos alunos e as ações educacionais implementadas para a melhoria do ensino, aos pais e a comunidade escolar.
  1. Reunião com a comunidade escolar.
  2. Comunidade escolar.
  3. Semestralmente.

 

GESTÃO PARTICIPATIVA

  • Projeto pedagógico
  • Formular e avaliar, a cada dois anos, com participação de todos os segmentos da comunidade escolar e expressar a missão, os valores, os objetivos, as metas e estratégias propostas como marco orientadores da educação oferecida pela escola.
  1. Reunião com todos os segmentos.
  2. Reavaliação das propostas.
  3. Reformulação das propostas.
  4. Comunidade escolar.
  5. A cada dois anos.
  • Avaliação participativa
  • Acompanhar e avaliar de forma participativa e sistemática, os planos de ação e as práticas pedagógicas envolvendo representantes dos pais, alunos, professores e da comunidade, de modo a orientar propostas de melhoria.
  1. Reunião com a comunidade escolar.
  2. Análise do plano de ação e das práticas pedagógicas.
  3. Propostas de melhoria.
  4. Comunidade escolar.
  5. Semestralmente.
  • Atuação dos colegiados
  • Dinamizar os organismos colegiados para atuar e expressar comprometimento, iniciativa e efetiva colaboração na avaliação do projeto pedagógico da escola.
  1. Reunião com o conselho escolar.
  2. Formação para o conselho escolar.
  3. Plano de ação do conselho escolar.
  4. Coordenadoria de ensino e escola.
  5. Antes da eleição para conselheiros.
  • Integração escola – sociedade
Articular parcerias com as famílias, com os demais serviços públicos (saúde, infra-estrutura, trabalho, justiça, assistência social, cultura, esporte e lazer), associações locais, empresas e profissionais, visando à melhoria da gestão escolar, ao enriquecimento do currículo e a aprendizagem dos alunos.
  1. Observação sobre a necessidade de parceria.
  2. Apresentação de proposta da escola considerando suas necessidades.

 

  1. Comunidade escolar
  2. No decorrer do ano letivo.
  • Comunicação e informação
Utilizar canais dinâmicos de comunicação com a comunidade escolar a respeito dos planos de ação e realizações da escola, com vistas a prestar contas e dar transparência à gestão escolar.
  1. Reunião com a comunidade escolar.
  2. O jornal da escola.
  3. O blog da escola.
  4. Mural de informação.
  5. E-mail coletivo da escola.
  6. Gestor, professor, coordenador e aluno.
  7. No decorrer do ano letivo.
  • Organização dos alunos
Estimular práticas bem-sucedidas de apoio à organização de alunos para que atuem em ações conjuntas, solidárias, cooperativas e comunitárias, visando ao desenvolvimento de suas potencialidades e à formação para a cidadania.
  1. Implantação do grêmio estudantil.
  2. Projetos sociais.
  3. Gincanas.
  4. Jogos esportivos.
  5. Festas comemorativas.
  6. Comunidade escolar.
  7. Patrocinadores.
  8. No decorrer do ano letivo.
 

GESTÃO PEDAGÓGICA

  • Proposta curricular contextualizada
Atualizar a proposta curricular periodicamente, para atender os interesses e as necessidades dos alunos e da comunidade, em consonância com o projeto pedagógico da escola, as Diretrizes e Orientações Curriculares Nacionais e Estaduais, bem como com os avanços científicos, tecnológicos e culturais da sociedade contemporânea.
  1. Planejamento mensal.
  2. Paradas pedagógicas.

 

  1. Professores e coordenadores
1.1 Mensalmente.

1.2 Bimestralmente.

  • Monitoramento da aprendizagem
Realizar práticas e análise dos resultados de aprendizagem (avanços alcançados e dificuldades enfrentadas pelos alunos); e desenvolver ações pedagógicas, tendo por objetivo a melhoria contínua do rendimento escolar.
  1. Levantamento dos resultados de aprendizagem.
  2. Análise dos resultados.
  3. Proposta de ações.
  4. Coordenadores e professores.
  5. A cada instrumento avaliativo aplicado.
  • Inovação pedagógica
Desenvolver práticas pedagógicas inovadoras para atender as diferentes necessidades e ritmos de aprendizagem dos alunos, com a utilização adequada de recursos didáticos e tecnologias educacionais que favoreçam o trabalho em equipe, a interdisciplinaridade, a contextualização e a apropriação dos saberes.
  1. Utilização dos recursos didáticos e tecnológicos.

 

  1. Gestor, coordenador, professor e aluno.
  2. Durante o ano letivo.
  • Inclusão com equidade
Realizar práticas pedagógicas inclusivas que traduzam o respeito e o atendimento eqüitativo a todos os alunos, independentemente de origem sócio-economica, gênero, etnia e necessidades especiais.
  1. Realização de palestras.
  2. Projetos e outros
  3. Comunidade escolar.
  4. Parcerias
  5. Durante o ano letivo.
  • Planejamento da prática pedagógica
Realizar de forma sistemática, coletiva e cooperativa as práticas de planejamento das aulas pelos professores, em consonância com a proposta curricular da escola e com a base nos avanços e necessidades individuais dos alunos.
  1. Implementação do horário de departamento.
  2. Realização de planejamento nos horários de departamento.
  3. Coordenadores e professores
  4. Durante o ano letivo.
  • Organização do espaço e tempo escolares
Realizar práticas de organização dos ambientes, horários de aula e atividades extra-classe, de modo a assegurar práticas pedagógicas que aprimorem a qualidade do ensino e o atendimento às necessidades de aprendizagem dos alunos.
  1. Cronograma de agendamento para a utilização dos espaços e equipamentos.
  2. Cronograma de atividades extra-classe.
  3. Corpo docente e discente.
  4. Durante o ano letivo.

GESTÃO DE PESSOAS

  • Visão compartilhada
Promover, regularmente, a interação entre os profissionais da escola, pais e aluno, visando uma concepção educacional comum e à unidade de propósito e ações.
  1. Reunião de pais e mestres.
  2. Eventos e outros.
  3. Comunidade escolar.
  4. Durante o ano letivo.
  • Desenvolvimento profissional
Promover, por iniciativa da escola, ações de formação continuada com base na identificação de necessidades dos docentes e demais profissionais em relação aos conhecimentos, habilidades e atitudes requeridos para a implementação do projeto pedagógico.
  1. Formação para o laboratório de informática e matemática.
  2. Formação para utilização dos equipamentos tecnológicos.
  3. Formação de leitura e escrita.
  4. Palestras.

 

  1. Professor
  2. Coordenador
  3. Durante o ano letivo.
  • Clima organizacional
Promover dinâmicas e ações para desenvolver equipes e lideranças, elevar a motivação e a auto-estima dos profissionais e mediar conflitos, em um clima de compromisso ético, cooperativo e solidário.

 

  1. Palestras.
  2. Momentos de relaxamento com  profissionais qualificados.
  3. Momentos festivos.
  4. Comemoração dos aniversários.
  5. Premiação.
  6. Gestor
  7. Professor
  8. Coordenador
  9. Funcionários
  10. Durante o ano letivo.
  • Avaliação do desempenho
Adotar, por iniciativa da escola práticas avaliativas do desempenho de professores e dos demais profissionais, ao longo do ano letivo, para promover a melhoria contínua desse desempenho, no cumprimento de objetivos e metas educacionais.
  1. Aplicação de questionário.
  2. Professor
  3. Coordenador
  4. Gestor
  5. Aluno
 
  1. Semestralmente.
  • Observância de direitos e deveres
Desenvolver práticas de conhecimento e observância da legislação educacional, regimento da escola e demais normas legais que orientam os direitos e deveres de professores, demais profissionais, pais e alunos.
  1. Socialização do regimento escolar para todos os segmentos.
  2. Construção de regras de convivência.

 

  1. Comunidade escolar.
  2. Anualmente.

  • Valorização e reconhecimento
Promover práticas de valorização e reconhecimento do trabalho e esforço dos professores e demais profissionais da escola no sentido de reforçar ações voltadas para a melhoria da qualidade do ensino.
  1. Premiação.
  2. Todos os funcionários da escola.
  3. Anualmente.

GESTÃO DE RECURSOS

  • Documentação e registros escolares
Realizar práticas de organização, atualização da documentação, escrituração, registros dos alunos, diários de classe, estatísticas, legislação e outros, para um atendimento ágil à comunidade escolar e ao sistema de ensino.
  1. Organização dos arquivos.
  2. Controle de cadernetas e demais documentos.
  3. Digitalização das fichas individuais.

 

  1. Secretário e auxiliar de secretária.
  2. No início de cada ano letivo.
  • Utilização das instalações
Utilizar de forma apropriada as instalações, os equipamentos e os materiais pedagógicos, incluindo os recursos tecnológicos, para a implementação do projeto pedagógico da escola.
  1. Cronograma de agendamento para a utilização dos espaços e equipamentos.

 

  1. Coordenadores
  2. Durante o ano letivo.
  • Preservação do patrimônio
Promover ações que assegurem a conservação, higiene, limpeza, manutenção e preservação do patrimônio escolar, instalações, equipamentos e matérias pedagógicos.
  1. Cronograma de limpeza dos espaços físicos da escola.
  2. Manutenção dos equipamentos e matérias.
  3. Gestores e auxiliares de serviços gerais.
  4. Professores e alunos.
  5. Durante todo ano letivo.
  • Interação escola/

comunidade

Disponibilizar o espaço da escola, nos fins de semana e período de férias para realização de atividades que congreguem a comunidade local, de modo a garantir a maximização de seu uso e a socialização de seus bens.
  1. Disponibilização da quadra esportiva.
  2. Disponibilização da escola para eventos.
  3. Comunidade escolar
  4. Aos finais de semana e período de férias.
  • Captação de recursos
Buscar formas alternativas para criar e obter recursos, espaços e matérias complementares para a melhoria da realização do projeto pedagógico da escola.

 

  1. Taxa para utilização do espaço.
  2. Porcentagem sobre a venda das fardas.
  3. Locação da cantina.
  4. Gestores
  5. Parceiros
  6. Durante o ano letivo.

  • Gestão de recursos financeiros
Realizar ações de planejamento participativo, acompanhamento e avaliação da aplicação dos recursos financeiros da escola, levando em conta as necessidades do projeto pedagógico, os princípios da gestão pública e a prestação de contas à comunidade.
  1. Elaboração da proposta junto aos segmentos.
  2. Execução das ações propostas.
  3. Divulgação no mural da escola, no blog e em reuniões com o conselho e professores.

 

  1. Conselho escolar
  2. Professores
  3. Alunos
  4. Funcionários
  5. Pais
  6. Durante o ano letivo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


3.7-       REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

 

* P.C.N.- Ensino Médio – Brasília – 1999 pág. 29, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnológica.

 

* Caderno de Estudos nº 1,2 e 3= Currículo e Avaliação: Elementos do Projeto Político – Pedagógico – 2000, pág. 29.

 

* Um Olhar sobre a Escola – Ministério da Educação – Secretaria de Educação à Distância – Brasília 2000, pág. 27.

 

* Vivendo Ciências – Editora FTD S.A.- 1999 – Manual do Professor, pág. 2,3 e 6. Autores – Maria deLa Luze Magaly Terezinha dos Santos.

 

Referência Bibliográfica

 

     Revistas:

-                                           Nova Escola – Dezembro de 2002, pág. 40,44 e 45.

-                                           Nova Escola – Novembro de 2001, pág. 24 e 25.

-                                           Apostila: Formação para Docência de 2002, pág. 57,58 e 59.

Organização da Proposta Pedagógica.

Autora – Professora  Maria Auxiliadora Freitas.

 

3.8 – DATA E ASSINATURAS DOS RESPONSÁVEIS.

 

 

DIREÇÃO

1-  SANTINA VERAS DE LIMA( Diretor Geral)

_______________________________________

2-  RIVAILDO VICENTE DA SILVA ( Diretor Adjunto)

____________________________________________

3-  FÁBIO UCHÓA DE ALMEIDA (Diretor Adjunto)

_______________________________________________

COORDENADORES:

1-  MARINEIDE VITAL DA ROCHA

__________________________________________

2- ALCILENE GONÇALVES DE LIMA

___________________________________________

3-CLAÚDIA AMÁLIA RIBEIRO LIMA

______________________________________________

 

4-EDNA FLORENTINO DE ALMEIDA URBANO

______________________________________________

5-GENILDA DE OLIVEIRA DA SILVA

______________________________________________

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

União dos Palmares, 12 de abril de 2011.

One thought on “PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

  1. Parabenizo a Escola Estadual Monsenhor Clovis Duarte de Barros pela belíssima iniciativa de criar esse blog e nele disponibilizar os documentos necessários ao conhecimento e funcionamento da instituição, dos projetos e das atividades realizados.

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